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Esta obra foi realizada na Universidade de Fortaleza - UNIFOR - através de pesquisa do Programa de Bolsas Virtuose do Ministério da Cultura |
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Airton Soares da Costa por disponibilizar uma grande parte do material utilizado neste trabalho: partituras, fitas e pelas informações, indicações e histórias sobre o "Tio Soares"; Dedico este trabalho à D. Núbia |
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Podemos dizer que a Música Brasileira deve grande parte de sua história à própria história do violão em nosso país. No final do século XVII a viola começava a ganhar espaço ao tomar lugar nos acompanhamentos de Coplas, Romances, com Gregório de Mattos e no século seguinte acompanhando modinhas com Antônio José da Silva (o Judeu) e Domingos Caldas Barbosa, que também “exportou” esse gênero para Portugal, quando deixou o Brasil por volta de 1770 (ARAÚJO. 1963, p. 28-31). O violão sempre esteve presente nas formações de Choro, como instrumento acompanhador, desde seu aparecimento no Rio de Janeiro, por volta de 1870 – este era, inicialmente, uma maneira original de tocar a música européia que chegava por aqui, com acompanhamento rítmico influenciado pelos batuques dos negros escravos e que mais tarde vem a se tornar um gênero musical próprio. O ambiente musical carioca favorece o surgimento de importantes nomes para a história da música brasileira. Entre eles, destacam-se Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga, considerada por Edinha Diniz como “o primeiro profissional de piano ligado ao choro: primeira pianeira e primeira chorona” (DINIZ. 1984, p.101-126). O violão, no Brasil, começa a ter lugar como instrumento solista, basicamente a partir de João Pernambuco, que foi integrante do conjunto “Oito Batutas” ao lado de Pixinguinha e que era bastante admirado pelo seu virtuosismo e por suas composições para violão solo, no começo do século XX. Com ele, o violão ganha status de instrumento solista quando realiza um recital no salão de Cultura Artística de São Paulo, em 1915. Sua maneira de compor, os recursos utilizados, tiveram muita influência nas composições escritas para violão de H. Villa-Lobos, que também foi exímio solista de violão e freqüentador de rodas de choro. Foi na música popular onde ele buscou as fontes de inspiração de sua produção musical. E vieram muitos outros grandes compositores e intérpretes do violão brasileiro: Américo Jacomino, “Canhoto”, autor até hoje consagrado por expressivas composições, como “Abismo de Rosas”; Dilermando Reis, cuja importância se deve, não só pela beleza de suas músicas e sua execução e interpretação, mas também seu empenho na divulgação do instrumento através do programa de rádio “Sua Majestade, o Violão”, na Rádio Nacional, que dirigiu durante anos (NOGUEIRA. 2000, p.62); Garoto, que viajou com o Bando da Lua e Carmem Miranda para os EUA em 1939, era admirado pelos adeptos do Jazz que iam aos shows só para vê-lo apresentando introduções e solos no violão tenor (ANTONIO & PEREIRA. 1982, p.13-33); Laurindo Almeida, Antônio Barbosa Lima e Baden Powell foram importantes para a divulgação da música brasileira no exterior, tanto pelo virtuosismo e técnica que dominavam, como pela riqueza rítmica, melódica e harmônica de suas composições. Paralelamente a esse movimento musical no Rio de Janeiro, acontecia em Fortaleza, no início da década de 30, a inauguração da "Ceará Rádio Clube", a PRE-9, por João Dummar, que fez empreendimentos de grande ousadia naquele tempo, trazendo os nomes mais famosos do rádio brasileiro como Francisco Alves, Orlando Silva, Dorival Caymmi, Silvio Caldas, Carlos Galhardo, Ataulfo Alves, Dick Farney, Dalva de Oliveira, Nelson Gonçalves, Adelaide Chiozzo e outros (O POVO. 1977). Além disso, lançou vários artistas regionais que iriam fazer sucesso no Rio de Janeiro, como os Vocalistas Tropicais, Gilberto Milfont, Humberto Teixeira e Lauro Maia (DE PAULA. 1999). Em 1935, o compositor Lauro Maia, ingressa na Rádio apresentando um programa de músicas regionais nordestinas, "Lauro Maia e seu ritmo", que obteve muito sucesso, além de ter possibilitado uma influência considerável na criação de obras musicais dos compositores daquela época (NIREZ. 1999, p.28). | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Clique em cima da foto desejada para vê-la ampliada Ele nasceu em Quixadá no dia 22 de novembro de 1907. Filho de Manoel Soares, natural de Crateús e Emília, de Baturité. A família de sua mãe foi viver em Quixadá. Manuel era fiscal de rendas e tinha que viajar pelas cidades vizinhas e assim, numa das viagens para Quixadá, durante a missa na igreja viu Emília e mais tarde foi procurar seu pai a fim de propor namoro com ela. Como ela tinha outras irmãs mais velhas, o pai tentou persuadi-lo a conhecê-las, a fim de que ele se interessasse por alguma delas – já estavam passando da idade de se casar... - mas não adiantou: era a Emília que ele queria e assim foi. Casaram-se e tiveram 8 filhos: Julieta, Francisco, Marieta, Francisca, Antônio, José, Luís, Aloísio. Tanto a família de Manoel, quanto a de Emília eram muito ligados à música. Além da mãe, que tocava piano, suas tias também tocavam cavaquinho, bandolim. Sua irmã Francisca cantava muito bem e seu irmão José tocava violão de acompanhamento. No meio familiar, então, iniciou seu aprendizado musical escolhendo o violão como instrumento para acompanhá-lo por toda a vida. Foi autodidata. Colecionou partituras que lhe Em 1937 Francisco Soares casa-se com Núbia de Alcântara e Silva, com quem teve 5 filhos: Janice Maria, Roberto (falecido aos 4 anos), Sílvia Helena, Lilian e Vânia. Foi proprietário do "Café Record" que ficava na Praça do Ferreira na década de 40. Nesse Café, como numa casa de chá, as pessoas se encontravam para conversar sentadas à mesa, Francisco Soares trocou de ramo e se estabeleceu com um posto de carros de aluguel. Eram carros grandes como taxis especiais. Isso lhe propiciava um bom rendimento para sustentar a Em 1944 é fundado o “Violão Clube do Ceará” por Francisco de Miranda Golignac e Francisco Soares de Souza, que se torna o diretor artístico. Ali, na casa dos Golignac, reuniam-se os melhores violonistas todo segundo e último domingo de cada mês, de 10:00 h às 13:00 h. Mais tarde o mesmo clube passou a se chamar "Círculo Violonístico Villa-Lobos". Golignac possuía uma coleção de partituras, métodos e estudos escritos para violão, além de uma discoteca com mais de 1000 composições diferentes do repertório erudito e popular Eram freqüentadores assíduos do Clube, além de Francisco Soares de Souza: Aleardo de Freitas, João Lima, Alberto de Souza Lima, Francisco Gadelha, Francisco Coelho, Afonso Farias de Souza, Juanita Maria Golignac, Nemésio Lima, Prof. Euclides Lemos, Célio Cavalcante, José Luciano Vasconcelos, Prof. José Mário de Araújo . O Clube funcionava também como uma escola, nas palavras de Golignac: “O nosso Círculo é uma organização informal, sem personalidade jurídica, composta de diletantes solistas de violão, no gênero popular e erudito, intuitivamente e por música, adotando a escola moderna do violão, instituída pelo espanhol Francisco Tárrega, personificada pelo concertista internacional Andrés Segóvia e difundida no Brasil, por mais Além dos violonistas, também participavam das reuniões músicos que vinham se apresentar na cidade, como foram os casos de Vicente Celestino e Silvio Caldas (VIANA. 1987). Em 1948 Francisco Soares viajou para Recife onde encontrou-se com os melhores violonistas da terra. Ao retornar à Fortaleza, foi entrevistado no jornal Gazeta de Notícias onde falou de suas impressões sobre o movimento violonístico em Pernambuco. Essa matéria foi reproduzida na Folha da Manhã sob o título: “Azes do violão em Pernambuco – A arte de Armando Cunha, O Clube também promovia concertos de violonistas de fora, como foi o caso da apresentação da violonista argentina Maria Luisa Anido no Teatro José de Alencar, em 19 de junho de 1951 Ela também fez apresentações no Clube (NIREZ, 1986). Durante o ano de 1953 Francisco Soares apresentou, com o cantor José Vasconcelos, um programa semanal ao vivo na "Ceará Rádio Clube": “Uma voz e um violão”. Era apelidado Em meados de 1954 fez uma tournée com o cantor lírico Henry Bluhm apresentando-se no Pará e no Maranhão, e com um repertório solo de difícil execução, de transcrições de Granados, Em julho de 1955 , durante o Concurso de "Miss Brasil", Emília Correia Lima, a candidata do Ceará, é a escolhida. Francisco Soares, inspirado pela nova "Miss Brasil", compõe a valsa Francisco Soares, no seu objetivo de divulgar o violão como instrumento solista e conseguir fundar novos clubes de violão, sai pelo país numa viagem de intercâmbio de cultura musical. Em julho de 1955, como diretor artístico do Violão Clube do Ceará, em companhia do violonista Sigisnando Chaves, percorreu várias cidades brasileiras, a convite da Academia de Os dois partiram de Fortaleza no dia 22 de julho, passaram por João Pessoa onde realizaram 4 recitais e reuniram-se com violonistas locais para discutir a fundação de um clube de Em 28 de maio de 1956, foi publicado no Correio do Ceará, na coluna de poesia popular, uma glosa escrita pelo poeta popular Siqueira de Amorim: MOTE: GLOSA: Cantámos na grande festa O lar distinto e feliz Cantámos na grande festa Na década de 60 foi fundada a sexta emissora de rádio em Fortaleza: a "Rádio Assunção". Inspirado no “Clube do Violão”, onde era presença constante, Aleardo de Freitas apresenta Outro violonista que freqüentava o Clube, quando estava em Fortaleza, era José Menezes de França, conhecido como Zé do Cavaquinho. Como vivia no Rio de Janeiro e tinha contato com as gravadoras chamou Francisco Soares para ir gravar um disco lá. Em 1961, então, encontraram-se no Rio. Zé Menezes o levou à gravadora Phillips onde Francisco Soares gravou 12 músicas, sendo 10 de sua autoria, no seu único LP intitulado “Um Recital No Clube Do Violão”. Zé Menezes participou do disco acompanhando algumas músicas. Durante as reuniões no “Clube do Violão”, eram feitas gravações informais e nelas estão registradas versões de algumas músicas, que não constam em partituras. Isso vem mostrar a influência que a música popular teve a partir de determinada época, tanto na sua maneira de compor quanto na própria execução, quando ele se utilizava de improvisos. Durante o tempo em que ficou na cidade, esteve na casa de Francisco Soares por 2 vezes, onde passaram as noites tocando. Nessa ocasião, F. Soares tinha muitos alunos que estavam A simplicidade era sua característica marcante, natural daqueles que vêm do interior. Mais do que isso: seu humor espirituoso o aproximava de qualquer um, fosse de qualquer classe social. Podia ser um intelectual ou um simples encanador, que ele convidava para uma cerveja e uma boa conversa. Na educação das filhas sua preocupação mais importante era a de transmitir valores éticos e seu pensamento, um tanto quanto avançado em relação aos costumes adotados na sua época. Foi A partir de 1965, quando se aposentou, passou a se dedicar mais à composição e à didática. Trabalhou pela criação do Conservatório de Música Alberto Nepomuceno e foi membro da banca examinadora das primeiras gerações ingressas na instituição. Como professor, mantinha um relacionamento de amizade com os alunos, de quem não cobrava nada pelas aulas e nem marcava seu tempo de duração. Havia ocasiões de passar a manhã inteira com um mesmo aluno e muitos deles tornaram-se seus grandes amigos. Algumas das suas composições foram dedicadas aos seus alunos. Um deles, Luís Pires de Castro, teve a oportunidade de conhecer Waldir Azevedo e tocar para ele algumas composições de Francisco Soares. O músico ficou tão impressionado com o que ouviu que fez o seguinte comentário: “Esse teu mestre Soares não tinha mãe! Ele tem hora que complica tanto a harmonia desse instrumento....”. Participou do programa “7 dias em destaque” na TV Ceará, no qual ganhou um troféu. Também foi durante certo tempo jurado num programa de calouros na televisão cearense. A cantora e professora do Conservatório de Música Alberto Nepomuceno, Dalva Estela, foi convidada pelo Prof. Miranda Golignac para assistir as apresentações de domingo do “Clube do Violão”. Assim conheceu F. Soares e convidou-o para fazer um recital no programa que ela apresentava na TVE, canal 5, “Música e Comunicação” idealizado por ela a pedido do então Com mais de 70 anos e, ainda com a timidez de apresentar-se como solista, Francisco Soares interpretou nesse programa 10 composições do repertório clássico e arranjos seus de música Além da atividade de intérprete e compositor, também se dedicava aos arranjos, transcrições, tanto de música erudita como popular, como forma de enriquecer o repertório violonístico. Graças ao seu cuidado em escrever música de compositores que não dominavam a escrita musical, encontramos registros de compositores como Albano Levino da Conceição, Sigisnando Francisco Soares de Souza, cearense de Quixadá, autodidata e exímio violonista deixou uma obra de 47 composições, entre choros, valsas, estudos, prelúdios para violão e outras 8 composições para piano e canto. Transcreveu e arranjou outras 33 obras de compositores conhecidos e desconhecidos . Em 1986 é acometido de câncer no pulmão, entra em depressão, abandona o violão. Ainda assim, compõe o samba Mandinga que retrata essa situação, com a seguinte letra, de sua autoria: Minha vida corre risco Os caboclos trabalhando O meu santo é muito forte Francisco Soares de Souza faleceu em Fortaleza em 1 de novembro de 1986, assistido por um de seus alunos, o Dr. Luís Paiva Freitas, e até agora permaneceu desconhecido no cenário No ano de 1988, seu sobrinho, Dr. Airton Soares da Costa, residente no Rio de Janeiro, iniciou um trabalho incessante para divulgar as composições de Francisco Soares. Encomendou cópias de todas as partituras aos músicos Luís Otávio Braga e Carlos Kuehn e arranjos ao maestro Sérgio Kuhlmann. Fez contatos com conservatórios de todo o país, Estados Unidos e Com o apoio do Ministério da Cultura, através do Programa de Bolsas Virtuose, foi possível realizar este trabalho de pesquisa - iniciada no ano de 1995, quando a autora do projeto recebeu algumas partituras de Airton Soares da Costa - que visa resgatar o patrimônio cultural que Francisco Soares de Souza nos deixou para enriquecer o repertório dos músicos, principalmente dos violonistas. Assim, esse trabalho vem demonstrar a importância deste compositor talentoso, capaz de criar melodias de extrema simplicidade e lirismo em suas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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FOLHA DA MANHÃ, 1948 “Depois de seu regresso da capital pernambucana, onde esteve a serviço comercial de sua empresa automobilística e a estudos de sua arte predileta: a música, deu-nos o prazer de sua visita, o nosso estimado conterrâneo, Sr. Francisco soares, que deixou transparecer, pelas nossas perguntas, o panorama violonístico Comentários: O choro n. 2 é escrito em duas partituras, sendo que o final da segunda parte é apresentado com duas melodias diferentes, mas com a mesma seqüência harmônica ( A, A#º, E, F°, F#7, B7). Essa seqüência, aliás, é utilizada ainda nos choros 3 e 4, também na segunda parte. No choro n.4 (Caboré 2), que é o único choro de 3 partes (como o Choro era inicialmente composto), ele utiliza uma seqüência harmônica inusitada, difícil de ser acompanhada numa roda tradicional de choro: F#m, A7M, G#m11+, G°, B7/F#, B7/A, E/G#. Essa liberdade na escrita ou na interpretação é muito comum entre os músicos de Choro, haja vista que este permite improvisações ou variações como forma de destacar o virtuosismo do instrumentista. Isso também interfere na maneira de escrever as vozes na partitura: muitas vezes o instrumento solista é um instrumento melódico como a flauta, o bandolim, o saxofone, o cavaquinho. No caso do violão, sendo ele um instrumento polifônico, é comum dividir a música em apenas duas vozes: o baixo e a melodia, mesmo que haja acordes e vozes intermediárias. Assim, notamos que as hastes para baixo determinavam os bordões enquanto que o resto ficava com as hastes para cima, confundindo-se melodia ou "canto" com as vozes intermediárias, como se fossem um só voz. Neste trabalho procuramos delimitar essas regiões com a notação utilizada para o violão "clássico", que vem facilitar a visualização e possibilita uma imagem automática para o fraseado na interpretação e futuras transcrições ou arranjos para outros instrumentos ou formações camerísticas. Uma outra característica na sua escrita é o uso sistemático da figura indicativa de appoggiatura, quando o efeito desejado é o de glissando. Muitas vezes isso é utilizado em cordas diferentes, quando um dos dedos começa o movimento de arraste numa corda e outro dedo termina tocando a nota da outra corda. Substituímos a notação original pelo símbolo indicativo de glissando (/). As alterações de digitação estão apenas sugeridas, assim como a inclusão de ligados, como forma de tornar mais leve a articulação do fraseado. |
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| 1. PARA VIOLÃO SOLO (48): 1.1 VALSAS (21) ELBA - 1/7/1946 LENDA DAS ROSAS -15/10/1948 SEGREDO DOS TEUS OLHOS - 07/1954 - dedicada ao amigo Aleardo de Freitas BERTINE - 30/8/1956 SÍLVIA HELENA – 07/1971 LEMBRANÇA - 07/1971, dedicada a Joanita Colignac VALSA TRISTE - 02/1976, dedicada ao amigo Álvaro Maia VALSINHA N.1 - 09/1978 COLCHA DE RETALHOS CARÍCIA - dedicada ao amigo Luís Gonzaga Pires de Castro NARA VALSINHA N. 3 CABOCLA ESCUTA-ME SERESTA II JANE - dedicada ao amigo Sigisnando Araújo Chaves RETALHOS DO LUAR (registrada como VALSA DE ESQUINA) ANGÚSTIA - dedicada ao amigo Francisco Miranda Golignac AVE MARIA VÂNIA 1.2 CHOROS (20): CHORO N.1 - CHORAMINGANDO CHORO N.2 CHORO N.3 - CABORÉ I – 13/10/1948 CHORO N.4 - CABORÉ II – 13/03/1949 CHORO N.5 - CHORO TERNO – 04/1949 CHORO N.6 - ITAPERI CHORO N.7 - TIRA-TEIMA – 05/1949 CHORO N.8 - ARAÇANGA CHORO N.9 - ZÍPER CHORO N.10 - RÍPIO CHORO N.11 - CLIPE I e CLIPE II CHORO N.12 - VELEIRO CHORO N.13 - SAMBURÁ CHORO N.14 - PENEIRANDO CHORO N.15 - CANGAPÉ CHORO N.16 - SAVEIRO CHORO N. 17 - AQUÁRIO CHORO N.18 CHORO N.19 - 07/1981 1.3 OUTROS (7): GAVOTA - 1949 ESTUDO N. 1 - RECORDAÇÕES DO CEARÁ ESTUDO N. 2 CAMPONESA (mazurka) LENDA TABAJARA (corrido) PRELÚDIO N.1 - 12/1970 PRELÚDIO N. 2 2. COMPOSIÇÕES PARA PIANO E CANTO (8): HILDE (valsa) -1935, com letra de Pierre Luz EMÍLIA (valsa) -10/1955, com letra de Rogaciano Leite – dedicada à Miss Brasil, Emília Correia Lima HISTÓRIA DE AMOR (bolero), com letra de Sobreira Filho AINDA TE AMO (valsa), com letra de José Vasconcelos Murici – dedicada à Dizinha Vasconcelos LINDA DANIELLE (canção), com letra de Heitor Catunda Gondim, dedicada à neta Danielle P´RA NINAR RUDINHO (canção), com letra de Francisco Soares de Souza, dedicada ao neto P´RA VOCÊ (fox), com letra de Francisco Soares de Souza, dedicada à esposa Núbia Soares de Souza MANDINGA (samba) -1986, com letra de Francisco Soares de Souza 3. ARRANJOS E TRANSCRIÇÕES: SUBINDO AO CÉU - valsa de Aristides M. Borges (1968) CARINHOSO -Pixinguinha REVENDO O PASSADO - valsa de Freire Júnior (1972) FASCINAÇÃO - F. D. Marchetti - M. Feraudy ROSA – Pixinguinha EXPANSIVA - Ernesto Nazareth GOTAS DE LÁGRIMAS - valsa de Mozart Bicalho TURBILHÃO DE BEIJOS - Valsa de Ernesto Nazareth (1954) MAZURKA OPUS 6 N. 3 - Franz Chopin CELENE - valsa de Sarques Filho ADNA MARIA - valsa de João Lima Bastos MISS CEARÁ 1928 - valsa de Mozart Ribeiro CHORO TRISTE - Alfredo de Medeiros ROSA - Sigisnando Araújo Chaves ADRIANA - Sigisnando Araújo Chaves FAÍSCA - choro de Gustavo Araújo MEU CALVÁRIO - valsa de Carlos Patriolino (07/1979) UM OLHAR PARA A VIDA - valsa de Álvaro Maia LÚCIA – tango canção de Ávaro Maia ALVRINHO – tango canção de Álvaro Maia SUZANA - valsa de Álvaro Maia De Albano Levino da Conceição: ESTUDO MELÓDICO (para o polegar) - 08/1942. Dedicado ao amigo Alberto Lameira Pontes ESTUDO (para o desenvolvimento do anelar da mão direita) SONATINA - estudo em lá maior - 25/11/1942. Oferecido ao distinto aluno Gabriel Pereira da Silva PRELÚDIO N. 7 TRISTE AUSÊNCIA - mazurka lírica n. 1 AO LUAR - valsa típica brasileira - Serenata n. 1 SOLUÇANDO - tango brasileiro LEMBRANÇA - valsa serenata n. 9 REI DA BOEMIA - tango brasileiro TRANSPORTES D’ALMA - valsa de salão n. 1 - 26/8/1942 CECY - valsa serenata n.10 HÁ QUEM RESISTA?... - batuque estilizado GRAVAÇÕES E PUBLICAÇÕES: 1961 – “Um Recital no Clube do Violão” - Francisco Soares de Souza grava 12 músicas, sendo 10 de sua autoria: Lenda Tabajara; Retalhos de luar; Angústia; Cangapé; Segredo dos teus olhos; Araçanga; Vânia; Tira Teima; Seresta; Jane; Choro triste, de Alfredo de Medeiros; Faísca, de Gustavo Araújo. 1991 – “Brasilidade” - Sebastião Tapajós grava 4 músicas no LP: Caboré 2; Choro Terno; Samburá; Valsa de Esquina (nome original: Retalhos de Luar) 1996 – “Guitar Plus” - Cristina Azuma, radicada em Paris, grava 4 composições no cd: Caboré 1; Peneirando; Lenda Tabajara; Sílvia Helena. 2000 – “Choros do Ceará” - Maria do Céu grava 12 composições no cd: Caboré 1; Caboré 2; Choramingando; Cangapé, Peneirando; Samburá; Choro 19; Jane; Tira-Teima; Aquário; Clipe 1; Clipe 2. 2001 – “Nonato Luiz – Ceará” - Nonato Luiz grava 1 música no cd; Araçanga. 1991 – “10 Serestas Brasileiras” - Publicação de 10 composições no álbum - Editora francesa Henry Lemoine, coleção Délia Estrada: Caboré 1; Prelúdio 2; Jane; Angústia; Choramingando; Sílvia Helena; Tira-Teima; Lenda Tabajara; Peneirando; Seresta 1 |
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